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Segunda-Feira, 22 de Julho de 2019

BRASILEIROS


Pelé: Rei do Futebol

Mineiro de Três Corações, Pelé nasceu no dia 23 de outubro de 1940 e mudou-se para Bauru aos 5 anos de idade. Seu pai, conhecido como “Dondinho”, foi excelente jogador profissional e um dos maiores cabeceadores do seu tempo. Foi em Bauru que Pelé deu os seus primeiros chutes ao gol. Aos 10 anos já atuava em um time juvenil, apesar da idade mínima ser 13 anos. Foi para o Santos, time do coração, com apenas 16 anos. Em 7 de julho de 1957, fez a estréia pela seleção brasileira.

O mundo inteiro veio a conhecer o craque na Copa da Suécia, em 1958, quando na terceira partida do Brasil os jogadores pediram ao técnico Vicente Feola a entrada de Pelé. No torneio saiu como a maior revelação de todos os tempos: a Seleção conquistava seu primeiro título da Copa do Mundo. Em 1962, Pelé ganhou sua segunda Copa, no Chile, mas viu quase tudo de fora, saindo lesionado na primeira fase. Em 1970, liderou o melhor time da história do futebol, faturando o tricampeonato.

Mané Garrincha

Manuel dos Santos é sempre lembrado pelos seus dribles desconcertantes: os adversários ficavam procurando a bola, que nem tinha saído do lugar. Garrincha, apelidado por sua irmã, com nome de um passarinho da região serrana do Rio, foi o primeiro jogador a receber o status de “Ganhador de uma Copa sozinho”, a de 1962 quando comandou a seleção para o caneco. Seu primeiro título veio em 1958, como um coadjuvante mais do que luxuoso no elenco, que tinha o trio Pelé, Vavá e Didi.

Mas em 1962 virou ator principal. Garrincha conduziu a seleção até a final, marcando incríveis gols como os 2 diante da Inglaterra na quartas de final e outros 2 frente ao Chile na semi-final. Na final, apesar de não marcar nenhum gol, foi o principal jogador na vitória de 3x1 sobre Tchecoslováquia. Ainda integrou o elenco na Copa de 1966, quando o sonho do tricampeonato ruiu na primeira fase. A frase de Pelé sobre ele mostra valor do craque: “sem Garrincha, eu nunca teria sido tricampeão”.

 

Didi: Folha Seca

Didi, que foi apelidado de Príncipe Etíope pelo escritor Nelson Rodrigues, foi para muitos, o craque da Copa de 1958, com companheiros de time como Pelé, Garrincha e Vavá. Ele já tinha disputado a Copa de 1954, em que o Brasil perdeu da Hungria e foi eliminado. Didi mostrou sua experiência ao pegar a bola das redes, colocá-la debaixo dos braços e atravessar o campo pedindo calma aos companheiros, após o Brasil levar o gol logo no início da final da Copa de 1958 diante dos suecos.

No fim, o título foi Canarinho com uma imponente vitória por 5x2 com três gols de Pelé. Mas, não fosse a atitude de Didi no início da partida, o resultado poderia ter sido diferente. Na Copa de 1962, foi o principal parceiro de Garrincha do torneio no Chile, durante o qual emitiu a sua cérebre frase: “treino é treino, jogo é jogo”, referindo-se à reclamação dos jornalistas sobre sua preparação física. Inventou o chute “Folha Seca”, aquela bola que sobe e cai de repente, encobrindo os adversários.


Mané Garrincha

Manuel dos Santos é sempre lembrado pelos seus dribles desconcertantes: os adversários ficavam procurando a bola, que nem tinha saído do lugar. Garrincha, apelidado por sua irmã, com nome de um passarinho da região serrana do Rio, foi o primeiro jogador a receber o status de “Ganhador de uma Copa sozinho”, a de 1962 quando comandou a seleção para o caneco. Seu primeiro título veio em 1958, como um coadjuvante mais do que luxuoso no elenco, que tinha o trio Pelé, Vavá e Didi.

Mas em 1962 virou ator principal. Garrincha conduziu a seleção até a final, marcando incríveis gols como os 2 diante da Inglaterra na quartas de final e outros 2 frente ao Chile na semi-final. Na final, apesar de não marcar nenhum gol, foi o principal jogador na vitória de 3x1 sobre Tchecoslováquia. Ainda integrou o elenco na Copa de 1966, quando o sonho do tricampeonato ruiu na primeira fase. A frase de Pelé sobre ele mostra valor do craque: “sem Garrincha, eu nunca teria sido tricampeão”.


Romário (Baixinho)

Ele ganhou quase sozinho a Copa de 1994. Claro que cada um dos jogadores brasileiros, teve sua importância naquele título, que tirava o Brasil de uma fila de 24 anos, mas os “outros 10” poderiam ser substituídos, Romário não. Ele abriu caminho para o tetra salvando a seleção na última partida das eliminatórias, quando o Brasil precisava vencer o Uruguai no Maracanã marcando os 2 gols da vitória. O técnico Parreira não o convocou no início, mas cedeu aos pedidos do público e imprensa.

Romário foi decisivo nas 7 partidas da Copa dos Estados Unidos. Marcou 5 gols, um de cabeça na semifinal contra os suecos, o que garantiu o Brasil na final. Quando não marcou, deu assistências decisivas, como na partida contra os anfitriões, no dia 4 de julho, dia da Independência americana, na Califórnia. Na final, diante da Itália, na disputa de pênaltis, converteu sua cobrança decisiva. Em toda carreira aqui e na Europa, ele foi protagonista de muitas conquistas e eleito melhor do mundo.

Ronaldo Fenômeno

Aos 17 anos já estava no grupo que conquistou o tetracampeonato para o Brasil em 1994, o caçula do time. Quatro anos depois e com dois prêmios de melhor jogador do mundo da FIFA, já chegou à Copa da França como a principal esperança brasileira. Jogou bem, marcou 4 gols, um na semifinal diante da Holanda, mas na final sofreu um “apagão”. Ronaldo passou por uma convulsão, algumas horas antes da partida, mas mesmo assim entrou em campo, na triste derrota para a França (3x0).

Os anos seguintes, foram difíceis para o Fenômeno. Uma grave contusão, o deixaria quase 2 anos longe dos gramados, mas a confiança do técnico Scolari fez com que disputasse sua terceira Copa em 2002. Surpreendeu, com um futebol rápido e oportunista, marcando 8 gols em 7 jogos, 2 deles na final contra Alemanha, sendo artilheiro da Copa. Aos 29 anos ainda disputou seu 4º Mundial em 2006: marcou 3 gols e chegou ao total de 15, tornando-se o maior goleador da história das Copas.



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